terça-feira, 10 de julho de 2012

O calo que me cala!


Calo-me, sem ver o teu sorriso, 
Dói por esse calo que ora piso, 
Aliso o teu peito e até desliso, 
Analiso e aceito o teu aviso! 

 Confisco o teu olhar e já me calo, 
Arrisco o amor, fugiu pelo ralo... 
Disfarço a minha dor, não falo... 
Então, não venhas cantar de galo! 

 O talo dessa flor sim morreu... 
De tanto desamor sofreu... 
Só é teu, o amor que feneceu! 
 Apeteceu dizer-te as minhas dores...
 Uma vida que não foi só de flores... 
Horrores eu tive, até amores!

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Em cada sorriso...

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